O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e o Supremo Tribunal Federal (STF) começam, a partir de hoje, uma campanha em redes de rádio e televisão para sensibilizar a sociedade sobre a necessidade de empregar presos que já cumpriram a pena. Serão dois filmetes e um spot de rádio de 30 segundos que vão tratar sobre preconceito e incentivar a solidariedade com quem está voltando ao convívio social.
Além da campanha institucional, o projeto Começar de Novo também vai promover mutirões do Judiciário em todo o país para avaliar a situação de presos e libertar os que já cumpriram as penas. Além disso, serão realizados convênios com entidades como Sesi e Senai para capaxcitar os presos.
O STF já assinou um acordo com o governo do Distrito Federal para empregar, por até um ano, presos em regime semi-aberto, condicional ou domiciliar. Serão 40 pessoas que trabalharão na parte administrativa do tribunal de seis a oito horas por dia, ganhando salários que variam de R$ 550 a R$ 650 por mês, além de vale transporte e auxílio-alimentação.
O CNJ também vai criar o projeto Bolsa de Vagas, por meio do qual vai registrar as ofertas de empresas que queiram oferecer oportunidade de emprego para os reeducando do sistema prisional e encaminhar as informações para as Varas de Execução Criminal dos Estados.
Além da campanha institucional, o projeto Começar de Novo também vai promover mutirões do Judiciário em todo o país para avaliar a situação de presos e libertar os que já cumpriram as penas. Além disso, serão realizados convênios com entidades como Sesi e Senai para capaxcitar os presos.
O STF já assinou um acordo com o governo do Distrito Federal para empregar, por até um ano, presos em regime semi-aberto, condicional ou domiciliar. Serão 40 pessoas que trabalharão na parte administrativa do tribunal de seis a oito horas por dia, ganhando salários que variam de R$ 550 a R$ 650 por mês, além de vale transporte e auxílio-alimentação.
O CNJ também vai criar o projeto Bolsa de Vagas, por meio do qual vai registrar as ofertas de empresas que queiram oferecer oportunidade de emprego para os reeducando do sistema prisional e encaminhar as informações para as Varas de Execução Criminal dos Estados.
2 comentários:
me chamo rosemary sou ex presidiaria estou em comprimento de minha pena temino agora em março minha comdicional acho muito bacana esse programa pois ja passei por precomceito e ainda passo nao e por que erramos que temos que ser regeitado por todos temos o direito da segunda chance hoje eu procuro me reentera a associedade trabalhando sem registro isso ainda nao comcegui mas ja me matriculei na escola e nuca dessisto dos meus sonho eu vou comceguir se r alguem na vida pois quero ser alguem mas a ssociedade e muito iguinorante em acha que quem errou uma vez nao pode ter a segumda chance e nao e assim quem sabe com essa oportunidade abra mas a mente da populaçao eu como ex presidiaria agradeço por acredita que idependente de qusalquer coisa ainda tem pessoas que quer crecer na vida da maneira correta trabalhando muito com honestidade
A SICIEDADE NUNCA SE SENSIBILIZARÁ COM O SOFRIMENTO DE UM PRESO. E O PRECONCEITO NUNCA VAI DEIXAR DE EXISTIS
é esse negocio de abrir vagas para ex-detentos é pura ilusão. Pois eu fiquei preso 2 anos e 8 meses sem dever nada e nao arrumo mais serviço, fui absolvido depois desse tempo todo esperando um júri. Aí quando vou tentar me inscrever nesse inovador programa para o egresso do preso para viver de uma forma pacífica com a sociedade, eles simplesmente me dão uma imformação que eu tenho que ser condenado para me enquadrar nas exigencias do projeto. isso é no mínimo uma vergonha, apesar de ser ex-presidiário nao posso participar disso que eles chamam de começar de novo.
Estava bom demais para ser verdade.
OBRIGADO FELIPE BELO HORIZONTE-MG
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