O assassinato do delegado da Polícia Civil, Cid Júnior Peixoto do Amaral, 60, ocorrido na noite de quarta-feira passada, pode ter sido premeditado e vinculado às investigações que a vítima presidia acerca de um crime com características de pistolagem. Cid, portanto, pode ter sido vítima de uma ´queima de arquivo´.A hipótese foi levantada, ontem, pelo juiz de Direito, Jucid Peixoto do Amaral, irmão do delegado assassinado. Em entrevista à TV Diário, Jucid revelou que o irmão, como titular do 19º DP (Conjunto Esperança), estaria prestes a esclarecer o assassinato do comerciante do ramo de gado, Raimundo de Freitas Alves, o ´Raimundinho do Cravo´, executado por dois pistoleiros, no cruzamento das avenidas Perimetral e Godofredo Maciel, no conhecido ‘Balão do Mondubim, na tarde do dia 1º de agosto.
DN
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