Opiniões divergentes na Assembléia Legislativa, ontem, com relação à divulgação, pelo Tribunal de Contas dos Municípios (TCM), dos nomes de 1.701 gestores e ex-gestores municipais que tiveram as contas desaprovadas por aquela Corte de Contas. Enquanto alguns comemoravam a decisão, outros questionavam o critério da exposição dos acusados de improbidade administrativa. "Houve uma banalização de nomes na lista", reclamou o deputado Moésio Loiola.
O tucano quer a promoção de uma audiência pública na Assembléia, com a presença do Ministério Público, Tribunal Regional Eleitoral (TRE), representantes do TCM e especialistas em direito eleitoral, para discutir a questão. "Na minha opinião, houve uma generalização dos nomes divulgados pelo TCM. Tem gente que não cometeu crimes tão pesados, que foram condenados com multas de R$ 527,00, e eles foram incluídos na lista junto com pessoas que cometerem crimes terríveis de apropriação indébita", lamentou Loiola. "A lista é generalizada. Mostra os que têm muitos crimes, e os que cometeram apenas atecnias", reclamou o tucano.
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