O deputado Dedé Teixeira (PT) declarou ontem, em pronunciamento na Assembléia Legislativa, ter sido “injustiçado” pelo Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) com a divulgação do nome dele na lista dos 1.701 gestores e ex-gestores acusados de improbidade administrativa. “O Tribunal se equivocou em colocar muitas pessoas de forma injusta. São centenas de gestores e, centenas deles, de todos os partidos, não deveriam estar na lista. Me sinto injustiçado”.Conforme o parlamentar, o Tribunal não deveria ter colocado no mesmo patamar gestores e ex-gestores que cometeram crimes de improbidade administrativa, com os que tiveram problemas apenas por questões técnicas. “Uma coisa é improbidade, corrupção, roubalheira, e outra coisa é atecnia, falta de documentação ou outros problemas. Por duas atecnias me encontro na lista de pessoas que cometeram outras infrações, como improbidade e outras”. reclamou.Na avaliação do parlamentar, antes de publicizar os nomes dele e dos outros gestores, o Tribunal deveria ter se preocupado em não expor os que não cometeram irregularidades na aplicação dos recursos públicos. “Não podemos jogar para a sociedade pessoas e lideranças políticas que foram injustiçadas”, alertou. Mais uma vez a atuação da imprensa foi questionada pelo petista: “A imprensa quer fazer é zoada”, acusou como se a imprensa tivesse feito a lista.Ele diz que está inserido na lista do TCM por um “pequeno problema” na Secretaria de Educação de Icapuí, quando era o prefeito daquele município. Conforme o parlamentar, a notificação da irregularidade não foi entregue a ele, que teria sido comunicado através de edital do TCM.
quinta-feira, 5 de junho de 2008
Deputado critica o Tribunal pela generalização
O deputado Dedé Teixeira (PT) declarou ontem, em pronunciamento na Assembléia Legislativa, ter sido “injustiçado” pelo Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) com a divulgação do nome dele na lista dos 1.701 gestores e ex-gestores acusados de improbidade administrativa. “O Tribunal se equivocou em colocar muitas pessoas de forma injusta. São centenas de gestores e, centenas deles, de todos os partidos, não deveriam estar na lista. Me sinto injustiçado”.Conforme o parlamentar, o Tribunal não deveria ter colocado no mesmo patamar gestores e ex-gestores que cometeram crimes de improbidade administrativa, com os que tiveram problemas apenas por questões técnicas. “Uma coisa é improbidade, corrupção, roubalheira, e outra coisa é atecnia, falta de documentação ou outros problemas. Por duas atecnias me encontro na lista de pessoas que cometeram outras infrações, como improbidade e outras”. reclamou.Na avaliação do parlamentar, antes de publicizar os nomes dele e dos outros gestores, o Tribunal deveria ter se preocupado em não expor os que não cometeram irregularidades na aplicação dos recursos públicos. “Não podemos jogar para a sociedade pessoas e lideranças políticas que foram injustiçadas”, alertou. Mais uma vez a atuação da imprensa foi questionada pelo petista: “A imprensa quer fazer é zoada”, acusou como se a imprensa tivesse feito a lista.Ele diz que está inserido na lista do TCM por um “pequeno problema” na Secretaria de Educação de Icapuí, quando era o prefeito daquele município. Conforme o parlamentar, a notificação da irregularidade não foi entregue a ele, que teria sido comunicado através de edital do TCM.
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