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quarta-feira, 15 de janeiro de 2020

Com mais oito destinos no interior do Ceará, Gol investirá mais na aviação regional em 2020

FUNCIONÁRIOS DA GOL na peça de divulgação da nova linha de uniformes da empresa
Um dia após a Gol Linhas Aéreas iniciar a venda de bilhetes antecipados para a rota Fortaleza-Tauá, o presidente da companhia, Paulo Kakinoff, reafirmou o projeto da companhia de ampliar sua participação na aviação regional brasileira, com atenção especial ao Nordeste. A declaração foi feita durante a celebração dos 19 anos de fundação da empresa aérea, realizada no hangar da Gol no Aeroporto de Congonhas, ontem, em São Paulo, ocasião em que foi lançada a nova linha de uniformes da empresa.

A rota Fortaleza-Tauá tem viagem de aproximadamente 50 minutos e custa em torno de R$ 430, ida e volta, segundo pesquisa realizada pelo O POVO ontem no site da companhia.

Além de Tauá, com duas frequências semanais, foram confirmados voos diários para Jericoacoara e Juazeiro do Norte. Sobral terá três voos semanais e São Benedito, Iguatu e Aracati que dois. São oito cidades contempladas pela Gol.

O acordo foi anunciado pelo Governo do Estado no início de dezembro e faz parte de um esforço de desenvolver a aviação regional no Nordeste. Essa pauta foi tratada em reunião entre os secretários de Turismo de toda Região, que aconteceu em Fortaleza, no mês de novembro do ano passado.

Na época do encontro, Ceará e Bahia ficaram responsáveis por montar um projeto para buscar apoio junto ao Governo Federal. Sobre o plano, o presidente da Gol acredita que é um esforço válido, mas é preciso analisar o caso de cada estado, já que possuem necessidades diferentes. Mas a expansão no Ceará já se deve a negociações nesse sentido, como também de ampliação da capacidade do hub aéreo do Aeroporto de Fortaleza.

Apontado pelos secretários estaduais como um alvo principal nessas negociações, a Gol está aberta à ampliação. "Se chamarmos de regional todo voo que não liga capitais, a Gol já é a maior companhia em voos regionais. Nosso foco é na expansão de destinos. Hoje já vamos a praticamente todos os mercados com densidade suficiente", complementa Kakinoff.

O executivo destaca que o ano passado foi de acontecimentos inesperados, que acabaram por testar a capacidade de atuação da empresa. "O ano de 2019 foi um dos mais desafiadores para a Gol por causa das nossas movimentações de frota, que foram necessárias por causa da retirada dos modelos MAX 737 e da saída da Avianca. Assumimos o transporte de alguns passageiros que já haviam comprado bilhetes", destaca.

Ele ainda afirma que, em 2019, a empresa ampliou sua liderança de mercado, ocupando 36% da fatia total. No ano passado a Gol transportou quase 36 milhões de passageiros. A companhia ampliou a quantidade de funcionários, passando de pouco mais de 15 mil para 16,3 mil. "Nosso ano foi muito diferente do planejado, mas alcançamos exatamente o resultado a que nos propomos".

O POVO Online

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