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sexta-feira, 21 de setembro de 2018

Envolvidos nas mortes 'Gegê do Mangue' e 'Paca' no CE são incluídos na lista de procurados da Interpol

A Justiça determinou que os acusados de matar Rogério Jeremias de Simone, conhecido como "Gegê do Mangue", e Fabiano Alves de Souza, o "Paca", em Aquiraz, sejam incluídos no Canal de Difusão Vermelha da Interpol. Ao todo, dez acusados que tiveram as prisões preventivas decretadas por envolvimento nos assassinatos deverão ser incluídos na lista de procurados pela Organização Internacional de Polícia Criminal. A decisão é da 1ª Vara da Comarca de Aquiraz, na Grande Fortaleza.

Gegê do Mangue e Paca foram assassinados em uma esboscada no dia 15 de fevereiro. Os corpos foram encontrados em uma área de mata de uma reserva indígena em Aquiraz. Os dois eram apontados como chefes de uma das maiores facções criminosas do país.

A decisão dos juízes Mônica Lima Chaves, Edísio Meira Neto e Cristiano S. de Carvalho foi decretada tendo em vista a suspeita de que os envolvidos tenham deixado o Brasil. Com isso, a Justiça de Aquiraz pedem com urgência que os mandados de prisão sejam divulgados internacionalmente por meio do Canal de Difusão Vermelha.

"Os acusados sobre os quais recaem as prisões preventivas decretadas tratam-se de pessoas envolvidas em organização criminosa com atuação em âmbito nacional e internacional, cujos indícios constantes na presente ação penal indicam que os mesmos estejam em outro país estrangeiro ou mesmo em território brasileiro na iminência de evasão", decretou.

Gegê do Mangue e Paca
Os dois eram foragidos da Justiça de São Paulo e chefes de uma das maiores facções criminosas do país. Eles foram mortos com tiro no rosto e facada no olho. A polícia suspeitava que eles estivessem controlando o tráfico de drogas no Paraguai. Os dois estavam morando em um condomínio de luxo no Ceará.

Em abril de 2017, o promotor Rogério Leão Zagallo, do Ministério Público de São Paulo, disse ao G1 que “a última informação recebida pela Polícia Federal é da suspeita de que Gegê esteja no Paraguai desde que ele fugiu”. No mesmo mês ele havia sido condenado a 47 anos, 7 meses e 15 dias de prisão pelos crimes de homicídio triplamente qualificado e formação de quadrilha armada.

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