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quarta-feira, 19 de setembro de 2018

CE deve gerar 6,5 mil vagas de trabalho temporário

A Federação do Comércio do Ceará (Fecomércio-CE) prevê um crescimento de 6,5 mil vagas temporárias de emprego nos últimos três meses deste ano no Estado, de acordo com projeção feita pelo Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento do Ceará (IPDC). A estimativa é 225% maior que o observado em igual período de 2017, quando foram registradas 2 mil contratações ligadas ao setor.

Segundo a diretora institucional da entidade, Cláudia Brilhante, a queda de 1,1 ponto percentual no número de inadimplentes na Capital delineou novas perspectivas para as vendas neste fim de ano e, consequentemente, mais otimismo quanto às contratações temporárias.

"Com a entrada do abono salarial do PIS/Pasep e da 1ª parcela do 13º salário, o consumidor priorizou pagar as dívidas e limpar o nome. Esse dado nos mostra que o cliente aprendeu a se organizar melhor com as finanças e está disposto a comprar mais, o que eleva as expectativas para o mercado", explica, sobre a redução de 10% para 8,9% o número de endividados.

O crescimento, avalia a diretora, deve ser puxado pelos setores de vestuário e eletrodomésticos. O Instituto de Desenvolvimento do Trabalho (IDT) ainda não divulgou as projeções para as contratações temporárias no último trimestre de 2018.

No País, estima-se. A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) prevê novos 72,7 empregos. Um recuo de 1,7% em relação aos 73,9 mil postos criados no ano passado. Conforme a CNC, a desaceleração da economia diante do cenário de incertezas do segundo semestre deverá levar as vendas do varejo a avançar menos no Natal de 2018 (2,3%) do que em igual período de 2017 (3,9%).

Ontem, a Serasa Experian informou que total de consumidores inadimplentes atingiu 61,5 milhões em agosto no Brasil. No período, o índice que mede o nível de inadimplência caiu 0,16% na comparação com julho, quando o montante de pessoas que não honraram seus compromissos financeiros foi de 61,6 milhões. Trata-se do segundo recuo consecutivo. Já na comparação com agosto de 2017 (60,4 milhões), houve aumento de 1,82%.

De acordo com a Serasa, as dívidas somaram R$ 274 bilhões no oitavo mês deste ano, com média de quatro endividamento por CPF, totalizando R$ 4.453 por pessoa.

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