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quinta-feira, 30 de agosto de 2018

Impeachment de Dilma não foi golpe, diz Marina Silva

A candidata da Rede à Presidência da República, Marina Silva, foi a quarta e última entrevistada pelo Jornal Nacional, na noite desta quinta-feira (30), na série com os candidatos ao Palácio do Planalto melhores colocados na última pesquisa Datafolha. Os jornalistas William Bonner e Renata Vasconcellos foram os entrevistadores. Nessa quarta-feira (29), o entrevistado foi Geraldo Alckmin (PSDB). Na terça-feira (28), Jair Bolsonaro. Na segunda-feira (27), Ciro Gomes (PDT) abriu a série.

Para Marina, o impeachment de Dilma Rousseff não foi golpe, teve legalidade, mas não alcançou a finalidade, diante do vice Michel Temer, eleito com as mesmas propostas e propósitos à sua antecessora.

Marina Silva promete, caso eleita, ser um governo de transição durante os quatro anos, “para que a gente possa combater a corrupção, fazer o país crescer e ser bom para todos”.

A candidata da Rede revelou que manterá, em caso de eleita, a diferença de idade entre homens e mulheres para a aposentadoria, diante da sobrecarga à mulher nas atividades domésticas.

Marina Silva disse que não mais apoiaria ou votaria em Aécio Neves e também não votaria em Dilma, se voltasse ao ano de 2014. Com relação a Eduardo Campos, quando Marina foi vice, no mesmo ano, a candidata afirmou que Campos não foi condenado e que não pode mais se defender (morreu em plena campanha de 2014).

Marina disse, ainda, caso eleita, governará com os bons de todos os partidos.

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