terça-feira, 1 de agosto de 2017

José Mácio rompe com grupo de Samuel Araújo, deixa o ICEQUI e pedirá de volta o prédio onde funciona a Quixelô FM

Nem precisou jogar os búzios para acertar que José Mácio sairia do ICEQUI por não concordar com o que veio a se transformar o Instituto que nasceu para cuidar da Cultura de Quixelô.

O blog e os seus repórteres têm muitos anos de cobertura política e sabem até onde vai a ética das pessoas. José Mácio postou comentário despedindo-se do ICEQUI e anunciando que vai pedir de volta o prédio onde ele atualmente funciona. Para quem não sabe o prédio do ICEQUI é alugado à família do José Mácio, mas esse não é o principal motivo, aliás já é uma das consequências.

A rádio política de Quixelô e o partido do ICEQUI

Mácio está deixando o ICEQUI por não concordar em ver no que ele se transformou: em palanque político. O blog já havia comentado que José Roberto, atual presidente, estava transformando o ICEQUI em um partido político e com isso desvirtuando sua principal missão.

Hoje, a rádio política de Quixelô – a comunitária da oposição – não sabe fazer outra coisa além de produzir falácias, algumas das quais já desmentidas por este blog em matéria onde revelamos que Chico Ribeiro, apesar de condenado como ficha suja, ainda conseguiu, inexplicavelmente, eleger-se mais duas vezes. A página não se espanta, pois conhece o meio; e os fins são semelhantes, pois tem que ouvir de um vereador-empresário, José Matias, que preferiu pedir dinheiro às tias para fazer uma tomografia de R$ 300 para não ter que passar pela fila de marcação de exames, a qual tem sua ordem de prioridades respeitada em Quixelô por ser gerida por gente séria.

A rádio pode ser fechada ou não ter para onde ir!

A saída de Mácio é uma perda irreparável para o grupo político que se apossou da rádio. Além de poder ficar sem um lugar para funcionar, a Quixelô FM corre o risco de ser fechada em virtude de denúncias de mau uso como, por exemplo, as irregularidades trabalhistas existentes onde falta desde o pagamento de salários e direitos aos locutores até de denúncia de exploração de mão-de-obra de menor de idade. Pasmem os senhores, mas tudo isso está acontecendo sob a direção do senhor José Roberto.

Faça o que eu digo, mas....

Outra queixa de Mácio está relacionada a Samuel investir na Rádio Liberdade de Iguatu e não na de Quixelô e, ainda, quando na sua gestão, não ter permitido que as sessões da Câmara Municipal fossem transmitidas ao vivo para a população de Quixelô. Mácio cita no seu comentário que a oposição nervosa e descontrolada de Quixelô levou do deputado de Iguatu um discreto pé-no-traseiro e por isso passou a ocupar os microfones da Quixelô FM por não ter mais onde descarregar tanto papo furado.

O que eles dizem não merecem crédito, pois na prática não é o que fazem. Demitiram um menor por ter amizade com pessoas da situação – isso é perseguição, não? Criticam um artista, agora internacional, reconhecido pelo seu talento. O motivo foi ter merecido um documentário sobre sua obra – perseguição, não?

Quando a necessidade bate à porta, o que não é amor, pula pela janela!

As coisas começam a se esclarecer a cada dia que passa. A saída de José Mácio mostra que há limites para a tolerância contra posturas antiéticas adotadas por uma oposição nervosa, falaciosa e que nada faz pelo povo de Quixelô a não ser, às sextas, nas longas e intermináveis sessões da Câmara Municipal, proferirem discursos atolados de palavras, mas totalmente vazios de atitudes.

O casamento de José Mácio com Samuel Araújo acabou e nem chegaram a discutir a relação – foi litigioso mesmo! Curto, direto e sem dor! Explodiu em cheio bem no meio da oposição e que, desta vez, deixará órfãos e vítimas.

Apesar deste blog ter acertado mais uma vez, ainda não vai ser possível trazer seu amor de volta.

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