sábado, 27 de maio de 2017

Crise leva Temer a rotina de reclusão em gabinete do Planalto e no Jaburu

O presidente Michel Temer durante evento fechado no Palácio do Planalto, em Brasília
Em busca da própria sobrevivência após a crise política desencadeada pela delação dos executivos da JBS, em 17 de maio, o presidente da República, Michel Temer (PMDB), se fechou com aliados próximos no gabinete do Palácio do Planalto, onde trabalha, e no Palácio do Jaburu, onde mora.

Desde então, ele não participou mais de eventos fora do Planalto nem promoveu cerimônias públicas na sede da Presidência. As únicas aparições públicas de Temer depois da data foram os dois pronunciamentos que deu para se defender das acusações presentes no depoimento dos empresários Joesley e Wesley Batista, além de diretores do grupo, ao MPF (Ministério Público Federal).

Em 25 de maio, um dia após manifestações que transformaram a Esplanada dos Ministérios em cenário de guerra com direito a ministérios incendiados e depredados e a tiros disparados pela Polícia Militar do Distrito Federal, Temer divulgou vídeo nas redes sociais em que diz que o protesto aconteceu com "exageros", mas o "Brasil não parou e não vai parar".

DN Online
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